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sábado, 22 de agosto de 2026
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Quando o dinheiro não circula, o emprego sente: Carlos Bernardo aponta desafios da economia de MS

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Para Carlos Bernardo, crescimento econômico precisa chegar ao bolso das famílias e criar um ambiente mais favorável aos empreendedores

O crescimento da economia de Mato Grosso do Sul precisa chegar à ponta, onde estão as famílias, os comerciantes e as empresas. Essa é a avaliação do empresário e candidato a deputado federal Carlos Bernardo, que chama atenção para um efeito em cadeia provocado pela perda do poder de compra: quando o consumidor reduz as compras, o comércio vende menos, as empresas ficam mais cautelosas para investir e a geração de empregos também pode ser afetada.

A discussão ganhou força durante a passagem de Carlos Bernardo por Dourados, onde o empresário destacou a necessidade de pensar o desenvolvimento econômico do Estado não apenas pelos grandes indicadores, mas também pelo impacto direto na vida da população.

Para ele, uma economia forte precisa criar condições para que o trabalhador tenha renda suficiente para consumir, enquanto os empresários encontrem ambiente favorável para produzir, investir e contratar.

“Quando o dinheiro deixa de circular, todo mundo sente. O consumidor compra menos, o comércio vende menos e o empresário passa a pensar duas vezes antes de investir ou contratar”, resume o empresário ao tratar da relação entre poder de compra, atividade econômica e emprego.

Do bolso das famílias à folha das empresas

A lógica apontada por Carlos Bernardo envolve uma cadeia que começa no orçamento doméstico. Com o aumento dos custos do dia a dia, as famílias tendem a priorizar despesas essenciais e reduzir o consumo de produtos e serviços.

Para o comércio, a consequência aparece no faturamento. Com vendas menores, empresas podem adiar reformas, expansão, compra de equipamentos ou abertura de novas unidades. Em um segundo momento, essa cautela pode reduzir a demanda por trabalhadores e limitar a criação de novos postos de trabalho.

Na avaliação do candidato a deputado federal, romper esse ciclo exige uma política de desenvolvimento capaz de combinar geração de renda, estímulo ao empreendedorismo, investimentos em infraestrutura e maior competitividade para as empresas sul-mato-grossenses.

Crescimento precisa aparecer no cotidiano

Mato Grosso do Sul tem forte participação do agronegócio, da indústria, do comércio e do setor de serviços na economia. Para Carlos Bernardo, o desafio está em ampliar o valor gerado dentro do próprio Estado e fazer com que as oportunidades se multipliquem em diferentes regiões.

Entre os caminhos defendidos estão o fortalecimento da industrialização, melhoria da infraestrutura e da logística, acesso a crédito e estímulo aos pequenos e médios empreendedores.

A ideia é que a produção estadual não fique restrita à venda de matéria-prima, mas avance cada vez mais para etapas de transformação, agregando valor e criando novas oportunidades de trabalho.

Empresário leva experiência do setor privado para o debate

A defesa de uma economia mais dinâmica também é apresentada por Carlos Bernardo a partir da experiência acumulada no setor empresarial. À frente de negócios em diferentes áreas, ele afirma conhecer de perto os desafios relacionados a custos, contratação, folha de pagamento, investimentos e expansão.

Como candidato a deputado federal, Carlos Bernardo pretende levar essa visão para o debate sobre políticas públicas, defendendo uma aproximação maior entre as decisões tomadas em Brasília e a realidade enfrentada diariamente por trabalhadores e empresários.

Para ele, o desenvolvimento econômico precisa ser medido não apenas pelo tamanho da produção ou pelo volume de investimentos, mas também pela capacidade de gerar renda, melhorar o consumo das famílias e criar empregos.

“Crescimento de verdade é aquele que chega à mesa das famílias e dá segurança para o empresário investir e contratar”, afirma.

O debate coloca uma questão central para Mato Grosso do Sul: como transformar o potencial econômico do Estado em mais renda para a população, mais movimento para o comércio e melhores condições para que empresas continuem investindo e gerando empregos.

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