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Celso Dal Lago aponta benefícios do setor sucroenergético

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11/11/2012 20h36 – Atualizado em 11/11/2012 20h36

Usineiro rebate críticas e enumera as vantagens das usinas para o Estado e a sociedade

Celso Dal Lago garante que benefícios são gigantescos tanto para a economia de Mato Grosso do Sul quanto para a qualidade de vida da população

Por: Marcos Santos

O empresário Celso Dal Lago, um dos maiores investidores do setor sucroenergético em Dourados, defende a implantação de usinas sucroalcooleiras em Mato Grosso do Sul e contra-ataca os ataques que alguns ambientalistas fazem contra os empreendimentos. “Resolvi investir no setor sucroalcooleiro a partir do ano 2000, pois desde aquela data já tinha noção de que a cana de açúcar seria uma nova alternativa econômica para o Mato Grosso do Sul”, conta Dal Lago.
“Doze anos depois tenho convicção que minha intuição estava correta porque se nosso Estado tinha apenas dez usinas, hoje contamos com mais de 50 projetos em andamento e cerca de 30 indústrias já estão produzindo, ou seja, em pouco tempo o setor será o carro-chefe da economia, gerando centenas de milhares de empregos direitos e indiretos, tributos e garantindo melhoria na qualidade de vida das pessoas através da melhor distribuição de renda”, conclui.
Dal Lago explica porque decidiu investir no projeto em Dourados. “Os critérios que os empreendedores adotam para instalar uma usina no município normalmente são qualidade de solo, topografia de solo, condições climáticas e infra-estrutura da sede do município”, salienta. “O que mais tem pesado na escolha da Grande Dourados por novos projetos são a infraestrutura e logística de transporte, bem como a mão-de-obra disponível para o setor sucroalcooleiro. Esta questão é tão importante e estratégica, que centenas de cidades em todo o Brasil já investem em centros de capacitação de mão-de-obra para as usinas de álcool e açúcar e creio que esta também será uma tendência nas principais cidades de Mato Grosso do Sul”, conclui.
Segundo ele, quando os empreendimentos estiverem em capacidade total vão gerar dezenas de milhares de empregos diretos e indiretos em todo o Mato Grosso do Sul. “Queremos acreditar que isto vai dar melhores condições de vida e cidadania para as pessoas porque estaremos contribuindo para distribuição de renda nas localidades onde estaremos atuando”, argumenta. “As pessoas querem alimentar as famílias com a força do próprio trabalho e os empregos que o setor está gerando têm justamente a missão de resgatar a auto-estima destas famílias, garantindo em trabalho fixo, com carteira assinada e todas as garantias da legislação trabalhista”, enfatiza.

O empresário vislumbra um futuro promissor para o Mato Grosso do Sul no setor sucroalcooleiro. “Acreditamos que o Estado será o campeão de produção no setor sucroalcooleiro nacional e, evidentemente, os municípios beneficiados com a instalação de usinas terão um incremento memorável no desenvolvimento econômico e social de suas populações”, analisa.
“As usinas vão transformar o Mato Grosso do Sul para melhor e quem conhece a realidade econômica de municípios como Piracicaba, Ribeirão Preto e tantos outros que foram transformados em potências e onde hoje sobram vagas no mercado de trabalho.”, conclui.
As críticas de ambientalistas não preocupam Celso Dal Lago. “Vivemos num país democrático por isto temos que aceitar o contraditório de segmentos da sociedade como estudantes, sindicalistas e ambientalistas, mas é bem verdade que muitos dos pseudos-ambientalistas locais muitas vezes não têm o mínimo conhecimento do que seja o setor sucroalcooleiro, e isto tem confundido a opinião pública, o que e lamentável”, desabafa.
“É preciso esclarecer que todos os projetos quer sejam industriais, comerciais, esportivos ou de lazer, provocam poluição ambiental, portanto as usinas não são diferentes pois quando da sua instalação todos os impactos ambientais são analisados e se busca soluções no sentido de minimizar esses impactos. No caso da queima da cana é preciso esclarecer que a prática embora nem sempre recomendada não causa degradação da terra, mesmo porque o sucesso das usinas dependem de uma lavoura top de linha e usina sem agricultura moderna e eficiente pode esquecer, porque rapidamente estará quebrada”, finaliza.

Celso Dal Lago defende a implantação das usinas e minimiza as críticas de ambientalistas (Foto: Marcos Santos

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