05/11/2013 11h59 – Atualizado em 05/11/2013 11h59
A colheita de soja nos Estados Unidos em alta, o clima favorável ao plantio no Brasil e a perspectiva de maior área cultivada com a oleaginosa na Argentina têm pressionado as cotações internas do grão.
No geral, as negociações seguem lentas no mercado doméstico. No Porto de Paranaguá (PR), o Cepea não captou negócios para pronta entrega nos últimos dias. Entre 25 de outubro e 1º de novembro, o Indicador Esalq/BM&FBovespa (pro- duto transferido para armazéns do porto de Paranaguá), em moeda nacional, se manteve estável, fechando a R$ 75 a saca de 60 kg na sexta-feira (1).
Ao ser convertido para dólar, moeda prevista nos contratos futuros da BM&FBovespa, o Indicador fechou a US$ 33,27 a saca de 60 kg, queda de 2,97% no período. A média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador Cepea/Esalq, teve recuo de 0,56% em sete dias, indo para R$ 73,06 a saca de 60 kg. Apesar desta leve queda, os preços ainda são mais atraentes para os vendedores nos mercados regionais do que no porto. Quinta-feira (31), a média paranaense foi a maior do ano, enquanto no Porto de Paranaguá os valores têm sido nominais e as intenções de compra e venda, ficado abaixo dos preços.
Fonte: Cepea, da Esalq/USP


