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Grãos e eucalipto invadem área de pastagem da Capital

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23/09/2013 16h31 – Atualizado em 23/09/2013 16h31

Grãos e eucalipto invadem área de pastagem de Campo Grande

A desvantagem econômica da criação de gado em relação a outras atividades tem mudado a paisagem rural de Campo Grande

Nas propriedades da Capital, houve redução de 26,7 mil hectares de área de pastagem desde 2010. No mesmo período, o espaço ocupado por outras culturas aumentou até 172%. De acordo com matéria publicada na edição deste domingo (22) no jornal Correio do Estado, a explicação está na diferença de rentabilidade: o retorno proporcionado pela produção agrícola chega a ser 300% maior que o da pecuária bovina.

De acordo com o Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga), desenvolvido pela Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e Associação dos Criadores de Soja (Aprosoja-MS), na safra de verão de 2009/10, a área de pastagem era de 598.050 em Campo Grande. Três anos depois, recuou para 571.350 – variação de -4,46% ou encolhimento de 26,7 mil hectares.

Essas terras foram ocupadas, sobretudo, por lavouras de soja e milho e pelo plantio de eucalipto. Tratam-se de produtos valorizados pela alta demanda global.

Fonte: Correio do Estado

Região da capital está aproveitando a demanda mundial dos produtos para produção de soja e eucalipto. (Foto: Divulgação)

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