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sexta-feira, 28 de agosto de 2026
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Carlos Bernardo aponta Jardim como possível polo de negócios com a Rota Bioceânica

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Candidato a deputado federal passou pelo município a caminho de adesivaço em Porto Murtinho e defendeu que Jardim se prepare desde já para atrair indústrias, investimentos e empregos com a consolidação do corredor internacional

A passagem por Jardim, a caminho de um adesivaço em Porto Murtinho, virou oportunidade para o candidato a deputado federal Carlos Bernardo chamar atenção para o papel que o município pode ocupar com a consolidação da Rota Bioceânica. Para ele, Jardim reúne localização estratégica e conexão com diferentes regiões de Mato Grosso do Sul, condições que podem abrir espaço para novos negócios, indústrias e geração de empregos.

“Jardim está na porta de entrada da Rota Bioceânica. É um ponto estratégico e precisamos defender uma bandeira de desenvolvimento e de progresso para esta região”, afirmou Carlos.

Na avaliação do candidato, Jardim não deve enxergar a Rota Bioceânica apenas como um corredor para passagem de cargas. A proposta defendida por ele é aproveitar a nova dinâmica logística para transformar os municípios do entorno em pontos de atração de investimentos e geração de renda.

Durante a passagem pela cidade, Carlos destacou a ligação de Jardim com municípios como Bela Vista, Guia Lopes da Laguna, Nioaque, Sidrolândia e Campo Grande, e disse que a posição geográfica pode favorecer a criação de um ambiente voltado a negócios e à instalação de novas empresas.

“Jardim poderá ser um centro de negócios. Aqui poderá ser uma porta de entrada para novos investimentos”, disse.

Carlos também citou a possibilidade de o município, no futuro, receber empreendimentos industriais em setores como veículos, motocicletas, ônibus, caminhões, tratores, eletrodomésticos e tecnologia. Na fala, ele mencionou ainda instrumentos como Zona Franca e Zona de Processamento de Exportação (ZPE) como caminhos que poderiam ser debatidos para estimular a industrialização da região.

Para o candidato, o principal desafio é evitar que a Rota Bioceânica gere apenas aumento no fluxo de caminhões sem deixar benefícios econômicos nos municípios por onde passa.

“Precisamos pensar no desenvolvimento antes que a rota esteja funcionando plenamente. É preciso criar condições para que empresas venham, que novos negócios sejam abertos e que os empregos fiquem aqui”, afirmou.

Na visão de Carlos Bernardo, a conexão com o corredor internacional também amplia a possibilidade de Mato Grosso do Sul estreitar relações comerciais com mercados asiáticos. Ele citou China, Japão e Indonésia e destacou a expectativa de redução do tempo de transporte entre o Estado e os portos do Pacífico.

A defesa de Carlos é que municípios como Jardim se antecipem ao novo cenário e construam uma estratégia própria para aproveitar a infraestrutura e o movimento econômico associados à Rota Bioceânica.

“Jardim tem potencial para ser um polo industrial e um centro de negócios. O que precisamos é transformar essa localização privilegiada em oportunidade para quem mora aqui”, disse.

Depois da passagem por Jardim, Carlos Bernardo seguiu para Porto Murtinho, onde participa de adesivaço de campanha.

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